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Aconteceu na tarde desta terça-feira, mais um ato do Movimento Policia Unida, em frente a Secretaria de Segurança Publica de Sergipe, no bairro São José, em Aracaju. Membros da Policia Militar, Policia Civil, Bombeiro Militar, Delegados, da ativa e aposentados. Um grande ato na defesa das pautas que foram discutidas em negociação com o Governo de Sergipe, mas que para os líderes do movimento não foi respeitado, visto que o Governador Belivaldo Chagas, anunciou o envio de um projeto de Lei para a Assembleia Legislativa, estabelecendo um reajuste linear de 5% para todos os cargos (ativos e da reserva), mais 2% na tabela para as carreiras da Segurança Pública, contrariando as negociações que estavam em andamento.

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O presidente da Associação dos Oficiais Militares de Sergipe, Coronel Adriano Reis, pede respeito e diálogo ao Governo. “Estamos inconformados, queremos respeito, diálogo, somos todos homens e mulheres de bem, e estamos lutando por um direito. Governador seja aquele democrata que um dia foi”, disse o Coronel Adriano.

Adriano Reis, conclama ao Secretário de Segurança Pública, João Eloy, e o comandante da Polícia Militar, Coronel Marcony Cabral, para que entreguem seus cargos ao Governador. “O governador não os respeitou, está humilhando o secretário e o comandante, infelizmente. Fica insustentável principalmente a permanência de João Eloy pois enquanto policial civil tem o dever de defender a classe e exigir do governador respeito e valorização”, afirmou Adriano.

Durante a Assembleia, todos os representantes falaram sobre a insatisfação com o que foi apresentado como Projeto Lei pelo governador. Ficou decidido que no próximo dia 14, haverá um grande ato em protesto ao desrespeito realizado pelo Governo, que não tem consideração ao servidor público.  As lideranças do movimento alegam que foram informados da decisão por meio de e-mail e que não foram convocados para dar continuidade às negociações.

Ascom Assomise