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Uma jovem de 18 anos foi encaminhada a um psiquiatra após tapar a boca própria filha, de seis meses, com uma fita adesiva. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a criança deitada em uma cama, chorando, com a fita na boca para diminuir o barulho. O caso aconteceu no município Sinop, em Mato Grosso.

Vídeo que circula nas redes sociais mostra a criança deitada em uma cama, chorando, com uma fita adesiva na boca para diminuir o barulho (Reprodução/Redes sociais)

Ao BHAZ, a Polícia Civil informou que o vídeo foi gravado pelo pai da bebê. Ele alega que tudo ocorreu em um “momento de bobeira” e que logo em seguida teria tirado a fita da boca da criança (leia na íntegra abaixo).

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As imagens chegaram ao Conselho Tutelar da cidade e uma ocorrência policial foi registrada na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso da cidade. De acordo com as autoridades, a mulher tem suspeita de depressão pós-parto e, por esse motivo, foi encaminhada a um psiquiatra em uma cidade vizinha.

Atenção: As imagens são fortes.

Família se isola

Segundo o g1, a avó da criança informou ao Conselho Tutelar que a bebê não é vítima de maus tratos e que o que ocorreu foi um episódio isolado. Ela conta que a filha teve uma gravidez de risco e sofre com problemas psicológicos.

Após a repercussão do caso, a família se mudou para uma fazenda que fica a cerca de 130 quilômetros de distância de Sinop. No entanto, os pais da criança seguem em contato com a polícia em função do andamento das investigações.

Nota da Polícia Civil na íntegra

A Polícia Civil confirma o boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Sinop relatando uma situação ocorrida no dia 13 de março em que uma mulher colocou uma fita adesiva na boca da filha de 6 meses.

Segundo informações, o fato foi filmado pelo pai “em um momento de bobeira” e logo em seguida, ele teria tirado a fita da boca da criança. Há informações de que a mãe da criança possivelmente esteja com depressão.

O vídeo viralizou na internet, ocasião em que o Conselho Tutelar procurou a família e pediu que fosse registrado o boletim de ocorrência sobre os fatos. A suspeita foi para a casa da mãe para ser levada a um psiquiatra em Guarantã do Norte.

Por Portal BHZ com informações do G1