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Por G1 SE

Edvaldo carta — Foto: Prefeitura de Aracaju

O prefeito Edvaldo Nogueira assinou, na manhã desta quarta-feira (16), uma Carta de Intenções firmando entendimento com o Instituto Butantan, através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) para a aquisição inicial de 300 mil doses da vacina contra a Covid-19, que está está sendo produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e que ainda precisa ter a eficácia comprovada antes de ser liberada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

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“Em virtude das circunstâncias que estamos vivendo, ainda de indefinições e problemas, Aracaju não vai ficar esperando”, disse o prefeito, acrescentando que o Brasil possui a melhor estrutura vacinal do mundo devido ao plano assertivo que foi estabelecido pelo governo federal para distribuição das doses pelos estados e municípios, como órgãos executores.

Segundo o prefeito, o posicionamento do município é para que o governo federal lidere o processo de imunização da população brasileira para a Covid-19, coordenando o Plano Nacional de Vacinação, como tem sido defendido pelos gestores que integram a Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Sergipe

O governo de Sergipe informou que está organizado e aguardando a definição de quais vacinas serão liberadas no Brasil. O estado está inserido no Plano Nacional de Imunização. Há uma estimativa inicial de vacinar mais de 300 mil pessoas.

Novos grupos prioritários

Novos grupos prioritários e a previsão de utilização da CoronaVac foram incluídos na nova versão do Plano Nacional de Vacinação contra a Covid-19, que foi oficialmente apresentado nesta quarta-feira (16), pelo governo federal.

Na atualização do plano, foram incluídos entre as prioridades da campanha de vacinação:

  • comunidades tradicionais ribeirinhas;
  • quilombolas;
  • trabalhadores do transporte coletivo;
  • pessoas em situação de rua;
  • população privada de liberdade.

Além dos novos grupos, permanecem entre os prioritários:

  • trabalhadores da área de Saúde;
  • idosos (acima de 60 anos);
  • indígenas;
  • pessoas com comorbidades;
  • professores (do nível básico ao superior);
  • profissionais de forças de segurança e salvamento;
  • funcionários do sistema prisional.

Grupos das três primeiras fases

De acordo com o plano, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.

Segunda fase: pessoas de 60 a 74 anos.

Terceira fase: pessoas com comorbidades.

Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.